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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Como uma Gota!

CATEGORIA: POEMA
 
 
 
 
 

Cada um de nós carrega algo próprio
Uma identidade
Pensamentos únicos
E atitudes que refletem nossa singularidade
 
Neste grande oceano chamado vida
Damos nossa pequena contribuição
Que somada com a pequena atitude alheia
Reflete num oceano de resultados
 
Nem sempre pensamos como a maioria
O todo acaba nos afogando
Prevalecendo sobre nossos pensamentos
Mas aqueles que persistem continuam cultivando a essência
 
Não se deixam levar
Pela onda da maioria
Pela imensidão da massa
Por se intimidar diante dos outros
 
Somos gotas sim,
Gotas que contribuem
Que esclarecem
E que somam
 
Formam um grande oceano
Um mundo de ideias
Um infinito
Mas que conservam o Eu
 
Não tenha medo de ser você
Pois cada gota é única e contribui na formação do oceano!
 
 
Gota de Devaneio: Viver em sociedade não quer dizer que você pensa como eles, apenas nos ensina a conviver com as diferenças e conservarmos nossos pensamentos, mesmo quando estes vão contra ao de todos os outros.
Anderson Carlos de Oliveira
 
 


terça-feira, 23 de julho de 2013

Um assassinato, Um Canário e Um Mistério!

CATEGORIA: SUSPENSE
 
 
Como solucionar um crime em que todas as evidencias apontam para um deficiente mental muito comprometido? O Psiquiatra defende sua inocência enquanto a polícia o acusa, afinal todas as provas apontam para ele que incansavelmente diz ter sido o único culpado. Porque alguém mataria uma humilde mulher? O que um pássaro teria a ver com isso? Confira agora mais um suspense.
 
A polícia chegou a casa onde os vizinhos indicaram dizendo que tiros haviam sido disparados, os policiais tentaram entra mas a porta estava trancada por dentro, arrombaram e entraram, logo se depararam com o corpo de uma mulher caído sobre o carpete da sala de estar, sobre os peitos desse senhora um homem chorava e próximo deles havia uma pistola caída.
 
- Mãos ao alto. - Disse um dos policiais.
 
Imediatamente o homem se levantou e com as mãos erguidas virou para os policiais que logo perceberam se tratar de um deficiente mental. Perguntaram o que tinha acontecido e este permanecia calado, tremia e chorava muito. Eles algemaram o homem e o levaram até a delegacia afim de obter maiores esclarecimentos uma vez que este parecia ser o autor do disparo ou no mínimo a única testemunha, mas permanecia em estado de choque. 
 
Chegando na Delegacia tentaram de várias formas conversar com o homem, mas ele batia constantemente suas mãos na própria cabeça e chorava dizendo que a culpa era dele. Chamaram um psiquiatra para tentar arrancar algo daquele homem que parecia estar se culpando pela morte da própria mãe.
 
- Como você se chama? Eu sou o Dr. Almeida e vim conversar um pouco com você. - Disse o psiquiatra.
- Me chamo Dímas. - Respondeu o homem que permanecia de cabeça baixa.
- Conte-me o que houve na sua casa esta noite. - Disse o psiquiatra.
- Tudo foi culpa minha.
- O que foi culpa sua Dímas?
- A morte da minha mãe.
- Porque foi culpa sua?
 
Mais uma vez o homem ficou mudo e não disse mais nenhuma palavra. Por mais que o Psiquiatra questiona-se ele não respondia mais nada. Ficou detido até que encontrassem algum parente ou alguma pista.
 
Durante a madrugada os peritos chegaram e informaram que as únicas digitais que estavam na arma era do Dímas. O único parente que ele tinha era sua velha mãe, seu pai era desconhecido, ninguém notou a entrada ou saída de ninguém na casa e os vizinhos o descreveram como alguém inofensivo. A causa do crime ainda era desconhecida mas tudo apontava para ele.
 
No dia seguinte levaram Dímas até o enterro de sua mãe e ele chorava muito e pouco antes de a enterrarem ele abraçou o caixão e chorou muito. O psiquiatra que estava ao seu lado tentou acalmá-lo para que pudessem realizar o sepultamento. Logo após enquanto iam até o carro de polícia o psiquiatra lhe disse:
 
- Dímas eles estão te acusando pela morte de sua mãe, eu sinto que não foi você que cometeu esse crime, se sabe de alguma coisa você tem que me falar, caso contrário você será considerado culpado e por ter insanidade irá para um sanatório.
- O canário. - Respondeu ele.
- O que tem o canário?
 
Neste momento os policiais abriram a porta e colocaram o suspeito dentro do carro, o psiquiatra pediu que eles esperassem um pouco, pois pela primeira vez ele estava falando alguma coisa que ajudasse nas investigações. Mas os policiais bateram a porta do carro e disseram:
 
- Ele é um louco doutor, já era pra ter percebido isso já que lida com esse tipo de pessoa todos os dias. A ordem que recebemos foi de trazê-lo ao enterro e logo depois leva-lo de volta para a delegacia, se tem mais perguntas faça lá.
 
Arrancaram com o carro e foram embora enquanto o psiquiatra permanecia em pé no meio daquela rua de saída do cemitério. 
 
Chegando na delegacia ele foi até Dímas mas este mais uma vez permanecia calado e não pronunciava uma palavra se quer. Depois de muito insistir o psiquiatra percebeu que ele não falaria mais nada e foi até os policiais.
 
- Vocês notaram se na casa deles havia algum canário?
- Havia um pássaro sim Doutor, mas o que isso tem a ver? - perguntou um dos policiais.
- Acho que existe alguma pista do assassino na gaiola desse pássaro, só pode ser isso. Por favor voltem lá e verifiquem isso.
- Ok Doutor, mas não sei por que o senhor insiste em tentar tirar a culpa dele, tudo aponta para ele.
- Policial com todos os anos de profissão que o senhor tem já deveria saber que nem sempre as evidência apontam na direção certa, por favor verifiquem a gaiola do pássaro.
 
Algum tempo depois os policiais retornaram e disseram que não havia nada na gaiola do pássaro e que o psiquiatra estava enganado ao pensar que fosse um canário, pois se tratava de uma sabiá que eles inclusive deixaram com uma das vizinhas que se propôs a cuidar.
 
- Por que ele falaria canário então? - Disse o psiquiatra.
- Ele é louco Doutor, se conforme, foi ele quem matou a própria mãe.
 
O psiquiatra ficou pensando naquilo e mesmo temendo que estivesse encucado com algo sem nenhum sentido ele sentia que o canário seria a chave para descobrir esse mistério. No dia seguinte pegou seu carro e foi até a casa da vizinha para ver se realmente o pássaro não era um canário e chegando lá comprovou que realmente não era. A vizinha também não sabia de muita coisa e mesmo assim o pouco que sabia já havia dito a polícia.
 
O psiquiatra temia estar enlouquecendo mas sentia que ele o único que poderia ajudar Dímas a provar sua inocência, uma vez que a polícia acreditava que ele havia matado a própria mãe. Ele arrancou a faixa de proteção da casa onde havia acontecido o assassinado e entrou, vasculhou tudo, foi ao porão, a sala de estar, ao quarto de Dímas e finalmente ao quarto de sua mãe. Abriu a gaveta do criado mudo e sentando na cama com cara de assustado disse enquanto pegava um papel na gaveta:
 
- Porque não pensei nisso antes, o canário que ele falou é o vereador de cabelos loiros que tem esse apelido. Porque a mãe de Dímas guardaria isso? - Disse ele enquanto olhava para o santinho do na época candidato a câmara de vereadores.
 
Revirando o guarda roupa do quarto da falecida o Psiquiatra encontrou uma caixa repleta de cartas que a mãe de Dímas havia recebido de Canário que na verdade era o pai de Dímas, imediatamente o Dr. Almeida levou as cartas até a polícia e após lerem tudo consideraram o vereador Canário como maior suspeito do crime, uma vez que a mãe de Dímas o ameaçava em revelar o filho bastardo que ele tinha que era exatamente da mesma idade do filho que ele tinha com a esposa.
 
Foram até a casa do vereador e o prenderam, mas antes de saírem com ele o próprio filho disse que a verdadeira assassina era sua mãe que não aceitou saber que havia sido traída durante muito.
 
Foram até a casa do Dímas e encontraram fios de cabelo que eram da esposa do vereador e logo após ser detida ela confessou o crime e disse que fez isso por temer que tivesse que dividir os bens que seriam do seu filho com um bastardo.
 
- Mas porque matou a mãe do Dímas ao invés dele? - Questionou um dos investigadores.
- Ele é um pobre coitado que não responde por seus atos, não teria coragem de matá-lo. Jamais correria atrás dos seus direitos, mas a mãe dele sim.
 
Logo em seguida Dímas foi solto e uma das vizinhas dele, uma senhora muito bondoso cuido do rapaz daquele dia em diante.
 
Gota de Devaneio: Por mais comprometida que uma mente esteja, lapsos de noção da realidade sempre estarão presentes em algum momento.
Anderson Carlos de Oliveira.


segunda-feira, 22 de julho de 2013

PRÓXIMOS DE DEUS!

CATEGORIA: REFLEXÃO BÍBLICA
 
 
"Portanto, ele é capaz de salvar definitivamente
aqueles que, por meio dele, se aproximam de Deus,
pois vive sempre para interceder por eles."
HEBREUS 7:25
 
 
Vivemos nos lamentando da vida, tentamos encontrar caminhos por nós mesmos, mas parece que nunca seremos capazes disso. Sentimo-nos perdidos e necessitamos de um auxílio, alguém que nos ajude, um intercessor.
 
Na verdade nos sentimos assim por esquecermos das palavras sábias de Jesus ao nos prometer uma salvação definitiva, algo totalmente diferente de tudo que conhecemos, algo que não passará. Esse promessa é o simbolismos de algo eterno.
 
Mas essa promessa está sobre aqueles que se aproximam de Deus, mas esta não é uma proximidade interessada em bênçãos. Deve ser reflexo de uma aceitação, algo intenso e verdadeiro.
 
Somos seres presos a coisas passageiras e por isso nem sempre conseguimos dimensionar o que realmente é definitivo, apenas os olhos da fé conseguem ver essa certeza. Não duvides daquele que lhe garante, aceite essa promessa e se aproxime daquele que já fez e faz por você.
 
Gota de Devaneio: Aproximar-se de Deus não é estar presente em sua casa, é se dar inteiramente de corpo e alma para Ele.
Anderson Carlos de Oliveira
 
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A Abelha da Curiosidade!

CATEGORIA: RELACIONAMENTO
 
 
 
AbelhaExistem pessoas que adoram cuidar da vida dos outros, perdem tempo criticando, desmotivando e comentando tudo que acontece. Cuidam tanto do outro que esquecem de si mesmos, fixam o olhar no vizinho e não conseguem perceber quando a abelha da curiosidade pousa em seus olhos e lhe pica. A dor é imensa e só então toma consciência de que seu problema é ainda pior do que aquele que ele tanto comentava.
 
Só então a pessoa percebe que agora não poderá mais cuidar da vida alheia, não entende muito bem como não conseguiu perceber a aproximação da abelha, mas é isso que acontece quando nos concentramos naquilo que não é da nossa conta.
 
A abelha da curiosidade pode ser qualquer situação em nossa vida ou dentro de nossa casa que está acontecendo bem embaixo do próprio nariz, mas não vemos por estarmos fixados nas desgraças do outros. Baixamos a guarda e pensamos que os problemas batem apenas na porta do vizinho, mas nenhum de nós está imune a nada, principalmente a coisas ruins.
 
Se estivermos atentos e concentrados nos nossos próprios problemas, conseguiremos mata-la antes que ela nos deixe cego, uma vez picados pela abelha da curiosidade jamais seremos os mesmos, cabe a você escolher se prefere cuidar de si mesmo ou cuidar dos outros e sentir os efeitos do veneno da dor própria.
 
Olhe ao seu redor e verá que sua vida já toma muito tempo, por isso concentre-se nela e deixe que cada um solucione suas dificuldades.
 
 
Gota de Devaneio: Cuidar exclusivamente do outro é ficar desatento quanto a si próprio!
Anderson Carlos de Oliveira
 
 
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Os Ventos Contrários da Vida

CATEGORIA: MOTIVAÇÃO
 
 
Quem nunca sentiu sobre si ventos contrários lhe impulsionando para trás?
 
Essa é a realidade da vida, ela não é fácil e devemos seguir em frente para conseguirmos alcançar nossos objetivos. Os ventos da dificuldade e do pessimismo tentam lhe jogar para trás, mas você sente que deve sempre seguir, mesmo que já não consiga mais dar nenhum passo adiante.
 
Nem sempre retornar é um sinal de regressão, é preciso lutar contra os ventos da vida, mas quando eles já não permitem mais que você consiga dar um passo a frente é preciso ter a consciência de que existem outros caminhos para seus objetivos.
 
Permanecer numa luta quando já não é mais possível avançar é perda de tempo e você não sabe até quando seu objetivo estará lhe esperando. Pegue carona nesse vento contrário, use-o a seu favor e permita que ele te leve até o ponto inicial novamente e recomece por outro caminho.
 
Retornar ao princípio nem sempre é regredir, na verdade é ter coragem de assumir que aquele não era o melhor caminho para seus objetivos, mesmo que outros lhe chamem de tolo e continuem lutando contra um vento que já os venceu a tempos, siga o novo caminho e garanto que enquanto eles estarão parados lutando você estará cada vez mais próximo das suas realizações.
 
Não tenha medo e nem vergonha por tomar essa atitude, afinal somente os sábios tem força para recomeçar quantas vezes forem necessárias.
 
Gota de Devaneio: O vento que devasta é mesmo que impulsiona, cabe a cada um decidir se irá usa-lo ou não ao seu favor!
Anderson Carlos de Oliveira 
 
 
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Prosopagnosia: Um desconhecido íntimo!

CATEGORIA: PSICOLOGIA
 
 
People with severe prosopagnosia can't recognize faces.  Photo:  BodyGeeks.comEsta patologia é classificada como a inabilidade em reconhecer um rosto, tanto nos outros quanto o seu próprio. A prosopagnosia foi descoberta durante a 2ª Guerra Mundial, no ano de 1944. Um soldado que havia sido ferido por uma bomba que acabou introduzindo vários estilhaços em sua cabeça, causando lesões cerebrais e dali por diante o soldado foi incapaz de conseguir reconhecer pessoas de seu convívio.
 
Antes pensava-se que era causada apenas por lesões cerebrais, mas recentemente a ciência descobriu que também é genética e cerca de 2 % da população mundial possua prosopagnosia, e na maioria dos casos o próprio indivíduo não se dá conta disto. Ele usa características individuais para identificar essa dificuldade, camuflando assim a inabilidade de reconhecer o rosto.
 
Torna-se totalmente constrangedor para quem possui a doença, bem como para aquele que não é reconhecido e muitas vezes não entende a situação e pensa que o outro está indiferente diante de sua presença.
 
Ainda não existe cura para este tipo de patologia, mas a terapia auxilia muito este indivíduo que sente-se incomodado por não conseguir discernir alguém que faz parte do seu convívio diário. Podem se aprender meios para suprir essa limitação, tais como: Reconhecer a voz, o corpo, os cabelos ou qualquer outra característica que facilite a identificação da pessoa.
 
Gota de Devaneio: Sempre somos capazes de encontrar outros caminhos para suprir aquilo que nos limita!
Anderson Carlos de Oliveira
 
 
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sexta-feira, 19 de julho de 2013

EU FICO!

CATEGORIA: POEMA




São tantas dúvidas que pairam sobre mim
Pensamentos sem fim,
Muitos anseios
A emoção vem a tona

Entrego-me aos pensamentos
Buscando uma solução
O melhor caminho a seguir
Sem que no fim ninguém eu possa ferir

Olho pra dentro de mim e percebo
Que o mais ferido de todos sou eu mesmo
As marcas causam dor
Mas também serviram de aprendizado

As lágrimas são companheiras constantes
Auxiliam a aliviar a angústia interna
O sofrimento contido
De tudo aquilo que estava sentindo

Fico na incerteza do melhor a ser feito
Fico perplexo perante um sentimento tão grande
Algo além do que os lábios dizem
Um amor que é sentido

Fico sem saber o futuro
Fico envolvido por isso tudo
E só concluo uma coisa
Que por você eu FICO! 

Gota de Devaneio: As incertezas da vida nos deixam perdidos, mas o amor verdadeiro serve com uma luz na escuridão, um farol que nos guia ao melhor lugar, os braços de quem amamos.


VOCÊ TAMBÉM VAI GOSTAR DE DÚVIDAS SOBRE O AMANHÃ!